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Uso inadequado das redes sociais, pode lhe trazer muitos problemas

Uso inadequado das redes sociais, pode lhe trazer muitos problemas

Atualmente uma das melhores maneiras de conversar com amigos, fazer novos, e até mesmo reencontrar amigos perdidos no tempo, são as redes sociais.

Mas um perfil mal preenchido ou o uso inadequado destas redes pode lhe trazer dor de cabeça e muitos problemas.

Aqui neste post, vamos relacionar os 10 maiores erros cometidos nas redes.

10 - Conversas pessoais

No Facebook, usuários podem enviar mensagens pesoais ou postar notas no mural de outro usuário. O mural está lá para todos verem, enquanto as mensagens são entre o remetente e o destinatário, como em um e-mail. Assuntos pessoais e privados nunca devem ser compartilhados no mural. Você não vai sair por aí com um megafone anunciando uma questão privada para o mundo, e a mesma coisa acontece na Internet. Isso cai no mundo nebuloso da etiqueta das redes sociais. Não há um guia oficial para esse tipo de coisa, mas use o bom senso. Se não é algo que você se sinta confortável em compartilhar com família, conhecidos, colegas de trabalho ou estranhos, então você não deve compartilhar no seu mural do Facebook.

9 - Planos sociais

Compartilhar seus planos sociais para todos verem não é uma boa ideia. A menos que você esteja planejando uma grande festa e convidando todos os usuários com os quais está conectado, isso só fará com que seus amigos se sintam de fora. Há também algumas questões de segurança aqui. Imagine um cenário em que um ex-namorado ciumento saiba que você vai se encontrar com um novo pretendente no sábado à noite. O que impediria seu ex de aparecer no local de encontro e fazer uma cena ou mesmo ser violento? Nada, simplesmente. Se você estiver planejando uma festa ou uma saída com um grupo de amigos, apenas lembre-se de que qualquer um que tenha acesso ao seu perfil poderá ver seus planos.

8 - Links

Com 51% dos usuários de redes sociais tirando vantagem de mais de um site, há a possibilidade de haver links cruzados de um para outro, especialmente se você tem os sites indicados na sua página. Você pode postar alguma coisa que considere inocente no Facebook, mas aí isso está linkado ao seu perfil de trabalho do Linkedin e você colocou seu emprego em risco. Se você interlinkar seus vários perfis, saiba que o que você posta em um mundo fica disponível para os outros. Em 2009, o caso de um empregado pego mentindo no Facebook virou notícia. O empregado pediu o turno do final de semana de folga porque estava doente e então postou no seu perfil do Facebook fotos suas em uma festa no mesmo final de semana. A notícia chegou ao empregador facilmente e ele foi demitido. Por isso, se você optar por linkar seus perfis, não será mais um cenário "vida pessoal" e "vida profissional".

7 - Informação da empresa

Você pode estar morrendo d vontade de contar pra todo mundo sobre sua nova promoção no trabalho, mas se são notícias que poderiam ser vantajosas para um concorrente da sua empresa, então não é algo que você deva compartilhar. Notícias de uma expansão planejada ou de um grande projeto e qualquer coisa sobre seu local de trabalho deve ser mantida privada. A Sophos, uma empresa de software de segurança, descobriu que 63% das empresas estavam com medo de que seus empregados escolhessem compartilhar em sites de redes sociais [fonte: ReadWriteWeb]. Se você quer enviar uma mensagem sobre a empresa, seja seletivo e envie e-mails privados. Muitas companhias são tão sérias sobre não serem incluídas em redes sociais que elas proíbem seus empregados de usar sites como o Facebook no trabalho. Alguns departamentos de TI até filtram as URLs e bloqueiam o acesso a esses sites, de modo que os funcionários não fiquem tentados a se logar neles. Esse tipo de cuidado da empresa pode dificultar, mas não impede que os funcionários falem sobre ela nas redes sociais. Com os dispositivos de conexão móvel sem fio, com acesso à Internet em alta velocidade, nas mãos de todos, é possível postar notas via telefone celular, smartphone e outros dispositivos sem fio instantaneamente.

6 - Fotos de seus filhos

Os sites de redes sociais são um lugar comum para as pessoas compartilharesm fotos de suas famílias, mas se você está entre os 40% dos usuários que não restringem acesso ao seu perfil, então essas fotos estão lá para todo mundo ver. É um fato triste, mas há muitos predadores que usam a internet para caçar sua presa. Se você posta fotos de sua família e associa a elas informações como "meu marido está fora da cidade este final de semana"ou "o pequeno Pedro está grande o suficiente para ficar em casa sozinho", então a segurança de seus filhos pode estar em risco. Ninguém nunca pensa que vai acontecer com eles, até que aconteça, por isso, a segurança primeiro é um bom modo padrão quando usar um site de rede social. Assim como outros assuntos privados, envie fotos da família apenas a um grupo selecionados de amigos e colegas confiáveis que você sabe que não irão compartilhá-las.

 
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5 - Telefone e endereço pessoais

Arquive-os sob segurança de risco. Se você compartilhar seu endereço e número de telefone em um site de rede social, você se abre para possíveis roubos de identidade e outros perigos pessoais como roubo. Se você postar que está saindo de férias e seu endereço também está postados, então qualquer um saberá que a casa está vazia. Ladrões de identidade podem fazer uma visita à sua caixa de correio e abrir um cartão de crédito em seu nome. Ladrões podem levar da sua casa qualquer coisa de valor. Até publicar o seu telefone dá às pessoas com interesses escusos fácil acesso ao seu endereço. Serviços de busca reversa podem fornecer a qualquer um seu endereço de casa se eles tiverem apenas seu número de telefone.

4 - Informação financeira pessoal

Você deve pensar que ninguém compartilharia coisas como em que agência de banco você tem conta ou qual o seu portfólio de ações da Bolsa de Valores. Mas isso acontece. Especialmente com todas essas manchetes de bancos indo à falência e os preços de ações despencando durante a recessão de 2008/2009, é fácil um comentário inocente no Facebook revelar muito sobre suas finanças pessoais. Considere este cenário: Você está postando para uma longa corrente no mural de um amigo sobre a crise bancária. Você diz algo no seu comentário do tipo "Nós não precisamos nos preocupar porque usamos crédito da união para o professor", ou então "Colocamos todos nosso dinheiro em ações de primeira linha e planejamos manter assim". Novamente, se você está entre os 40% que permitem acesso livre a seu perfil, então ladrões de identidade sabem onde você tem conta e onde você coloca seus investimentos. É fácil esquecer que o que pode parecer um comentário inocente num mural do Facebook, poderia revelar-se um grande negócio sobre suas finanças pessoais. É melhor evitar esse tipo de conversa.



3 - Senhas

Esta aqui realmente parece coisa de quem não tem cérebro, mas se não acontecesse, então o Facebook não sentiria a necessidade de listá-lo como item nº 1 de sua lista de coisas que não devem ser compartilhadas. Até mesmo compartilhar sua senha com um amigo para que ele possa logar-se e checar algo para você pode ser arriscado. Isso é especialmente verdade com casais que acreditam haver confiança suficiente entre eles para compartilhar essas coisas. Aqui está outro cenário: Você dá ao seu namorado a senha do seu Facebook porque ele quer ajudá-la a publicar algumas fotos das férias. Alguns meses depois, a relação azeda e ele se transforma num rapaz nada bonzinho, e aí você tem uma pessoa que não gosta de você e tem suas informações de login. Hora de cancelar sua conta e abrir uma nova. Se você tivesse mantido aquela informação privada, você poderia simplesmente seguir em frente com sua vida. Agora você tem um perfil comprometido, e se tiver links para seus outros perfis de redes sociais, toda aquela informação estará sob risco também. Mantenha sua senha para você e nunca terá de se preocupar com isso.

2 - Dicas de senha

A maioria dos web sites que contêm informação pessoal segura que exige uma senha também têm ao menos uma dica de senha para o caso de você esquecê-la. Geralmente acontece assim: você se inscreve no serviço online de banco e tem uma senha e um nome de usuári, e escolhe uma pergunta de segurança para quando você esquecer sua senha e tentar resgatá-la. Qual era o nome do seu primeiro bicho de estimação? Qual o número do seu primeiro telefone? O nome da rua em que você morou primeiro? Incluir qualquer um desses detalhes no mural do Facebook pode não parecer grande coisa, mas pode fornecer a um ladrão de identidade peças de um quebra-cabeças necessárias para invadir sua conta bancária via Internet. Por isso, pense antes de postar qualquer coisa que puder comprometer essa informação.

1 - Qualquer coisa que você não queira compartilhar

Você pode selecionar todas as configurações de privacidade que quiser em sites de rede social, mas o fato é que, se você postar alguma coisa, ela tem o potencial de ser vista por alguém que você não queira que veja. Sabe todas aquelas aplicações engraçadas do Facebook, quizzes e enquetes que você preenche? Um estudo realizado pela Universidade de Virgínia descobriu que das 150 aplicações mais usadas do Facebook, 90% davam acesso a informações desnecessárias ao funcionamento da aplicação. Por isso, quando você se inscrever para descobrir com qual celebridade do seriado de TV você mais se identifica, dará aos criadores da enquete acesso a informações pessoais suas. Não é difícil adivinhar o que acontece a partir daí. Rede social é compartilhar, por isso, algo que você pensa estar seguro pode ser facilmente compartilhado de novo, e antes que você perceba, alguém que você nem conhece tem acesso a algo privado. "Na dúvida, não poste" é um bom mote a seguir. E sempre se lembre de que qualquer coisa que você compartilhar tem o potencial de vazar de alguma forma

Fonte: UOL
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Perfis ativos em redes sociais nem todos são reais

Perfis ativos em redes sociais nem todos são reais

Facebook: 845 milhões de usuários ativos mensais, segundo a própria empresa, com 483 milhões ativos diariamente no site e 429 milhões ativos mensalmente nos celulares. Twitter: 350 milhões de tuiteiros, dos quais 100 milhões ativos. Google+: 90 milhões de adeptos. Mas serão, de fato, tão numerosos mesmo os perfis das redes sociais? Em alguns, de acordo com estudos recentes, o percentual de “amigos ou seguidores verdadeiros, ativos” não passa de 25% do total. Em tempos de ofertas públicas de ações e investimentos bilionários nas redes, saber exatamente quantas são essas pessoas é crucial para a qualidade dos negócios.

Mas o que é mesmo um usuário ativo mensal? Exatamente o que o nome diz: um internauta que entra numa rede — atualmente a principal ferramenta de comunicação na internet — pelo menos uma vez por mês. Será isso representativo? Quantos usuários podem ser, de fato, considerados engajados numa rede social? A falta de transparência nas métricas empresariais torna a resposta a essa pergunta um tanto elusiva.

O Facebook deu uma pista que vem sendo explorada por analistas na internet ao estabelecer, na página 44 de sua documentação apresentada nos EUA para a oferta pública inicial de ações (IPO, na sigla em inglês), também como usuários ativos mensais aqueles que, registrados na rede, “compartilharam conteúdo ou atividade através de sites de terceiros nos últimos 30 dias”. Zuckerberg e companhia dão a entender com tal asserção que, mesmo com uma conta pouco usada na rede, o usuário se torna ativo simplesmente por curtir algo de fora do ambiente facebookiano.

“Em outras palavras, toda vez que você aperta o botão Curtir no site da Liga Nacional de Futebol Americano, você é um ‘usuário ativo’. De repente você compartilhou um tweet em sua conta no Facebook? Novamente, é considerado um usuário ativo. O mesmo acontece se você se logar no ‘Washington Post’ usando suas credenciais no Facebook”, comentou Andrew Ross Sorvin no “New York Times”.

Redes diferentes, padrões diversos

Na última quarta-feira, em uma emenda de prospecto apresentada às autoridades regulatórias, o Facebook reconheceu que entre 5% e 6% de seus 845 milhões de usuários representam contas “duplicadas ou falsas”. Segundo o Facebook, menos de 5% de seus usuários ativos a cada dia resultam da operação de aplicativos móveis que contatam servidores do Facebook automaticamente sem que o usuário participe.

No caso da jovem rede social Google+, Kevin Kelly, ex-editor da “Wired”, um dia descobriu que tinha nada menos que 560 mil pessoas em seus Círculos. Espantado com o inflado número, retirou, com a ajuda de uma pesquisadora assistente, uma amostra estatística dos perfis de usuários contidos nos Círculos. Analisando cinco mil deles, encontrou 36% de perfis inativos, “nem sequer preenchidos”, 6% de spammers e apenas 30% de usuários realmente ativos.

E o Twitter? No ano passado, o jornalista Douglas Main, da revista “Popular Mechanics”, fez uma análise semelhante de seus 500 seguidores no Twitter. Segundo ele, 58% eram pessoas reais, e 22% empresas ou instituições genuínas, mas pelo menos 19% eram contas falsas ou spam. Para conferir, analisou os 500 seguidores mais recentes dos dois mil de seu colega John Herman. Desta vez, encontrou 48% tweets falsos ou spam, contra 24% de pessoas reais e 14% de empresas ou entidades verdadeiras. Outra pesquisa, feita em 2009 pela consultoria Sysomos, constatou que só 5% das contas no Twitter são responsáveis por 75% de toda a atividade na rede de microblogs.

Todos esses dados apontam para um risco inerente quando se pensa no boom econômico de investimentos nos ambientes sociais.

Há nesse mercado das redes sociais uma falta de procedimento padrão para o que é considerado realmente valor — diz Roberto Cassano, diretor de Criação e Estratégia da Agência Frog, uma das responsáveis pelo projeto de social commerce Bee Social no Facebook. — Os indicadores de atividade variam muito de rede para rede e, nós, que investimos nelas, já encaramos essas discrepâncias como algo que faz parte do negócio. Para o Google+, por exemplo, não faz a menor diferença se o usuário nunca mais voltar lá. Para a Google, se ele entrar uma vez e preencher seu perfil, já forneceu dados preciosos para seu modelo de negócio com base nos anunciantes web e nas buscas patrocinadas. Se permanecer entrando e dando um “+1” de vez em quando, será um bônus para a gigante.

Já o Facebook, constata Cassano, procura mais o engajamento dos usuários, porque é de fato mais focado na dinâmica das relações sociais e, por isso, precisa ficar sempre atualizando seu ambiente (um exemplo é a Timeline, que recentemente chegou ao Facebook Pages, para perfis de empresas e instituições).



O segredo para investir nas redes sociais é procurar se inteirar de como funciona a cabeça do “dono do botequim”, isto é, a empresa fundadora, para se adaptar melhor ao seu estilo — diz. — E nada de se deixar levar pelos grandes números, afinal nem todo mundo tem o potencial de entrar numa rede e ficar postando e criando o tempo inteiro. Há usuários inativos, que vão embora, sim, mas também há os passivos, que consomem conteúdo. O desafiante é engajá-los, tanto do ponto de vista da rede, quanto dos negócios dentro dela.

Bruno Magrani, professor e pesquisador do Centro de Tecnologia e Sociedade (CTS) da Fundação Getulio Vargas, comenta que os números gigantescos das redes sociais também são decorrentes da forte competição entre as diferentes plataformas de mídia pela atenção dos usuários. Magrani cita uma pesquisa da consultoria inMobi feita com 20 mil usuários em 18 países, que aferiu o tempo gasto por eles em suas horas de lazer dividindo sua atenção em dispositivos diversos. Trinta e dois por cento do tempo era passado no PC, 27% no celular e 22% diante da TV.

No PC e no celular, o tempo médio gasto no Google+ em janeiro foi de 3,3 minutos por mês (e isso baixou, pois em novembro, a média era de 5,1 minutos por mês). Já no Facebook, o tempo médio em janeiro foi de seis a sete horas de uso. Entretanto, é preciso lembrar que pesam nessa diferença abissal os jogos sociais na rede de Mark Zuckerberg — afirma Magrani.

‘Boom’ leva a amadurecimento

Tanto Magrani quanto Cassano acham que faz sentido o Facebook contar visitas por meio de sites de terceiros como atividade, dado o modelo de negócio de monitoramento intrínseco às mídias sociais. Não por acaso, a Google unificou suas políticas de privacidade para cruzar ainda mais dados dos usuários (o que pode ser um tiro no pé, porque a União Europeia já se manifestou contra a ideia).

Por outro lado, Kevin Kelly cita em seu estudo uma pesquisa da Peak Analytics que chegou à seguinte conclusão: quanto maior o número de seguidores ou contatos de alguém numa rede social, maior a chance de que esses seguidores ou “amigos” não representem uma conexão real, mas apenas uma “cifra”. Por exemplo, no ano passado pesquisadores da Universidade de Indiana examinaram o 1,3 milhão de seguidores do pré-candidato republicano Newt Gingrich no Twitter e constataram que 76% não tinham qualquer dado biográfico no perfil.

 No caso de políticos, é mesmo preocupante essa inflação de números nas redes sociais, e já há startups especializadas em monitorar esse tipo de perfil para verificar se os seguidores são reais — diz Pedro Barbosa, sócio da STK Capital, gestora carioca com R$ 350 milhões em ativos. — Mas, quanto à questão das métricas de usuários, o mercado hoje está muito mais maduro que na época da bolha da internet, no fim dos anos 90. No caso específico do Facebook, há fatores extras que atraem as empresas, como a parceira Zynga (12% do faturamento da rede vem só dela) e a presença de investidores de fundos de venture capital conhecidos por sua solidez e que não entram num negócio só com vistas a um IPO, mas procuram ajudá-lo a crescer e se firmar.

O Facebook, com a plataforma OpenGraph, permite que você crie um ambiente para seu negócio lá dentro dizem Hélio Lemos e Eduardo Rodrigues, respectivamente diretores de tecnologia e informação do site de buscas de imóveis e carros Fisgo. — O Google+, porém, ainda não permite essa personalização. Além disso, vem sendo chamado de “rede fantasma”, pois tem 90 milhões de usuários, mas aparentemente ninguém vai lá.

Procurada pelo GLOBO, a Google afirmou que, dos 90 milhões de usuários do Google+, 80% são usuários ativos semanalmente, e 60%, ativos diariamente. Já o Facebook informou que os perfis inativos da rede não são divulgados, e que não comentaria o texto do IPO por estar em período de silêncio sobre a oferta pública de ações.

O Twitter diz em sua Central de Ajuda que, para manter um perfil ativo, o usuário não deve se esquecer de “entrar na conta e postar uma atualização no prazo de seis meses, contados a partir de sua última atualização. Contas poderão ser removidas devido a inatividade prolongada”.

A rede de microblogs diz que a inatividade em seus perfis é “baseada em uma combinação de entrar na conta, tuitar e a data em que uma conta foi criada”. O próprio blog oficial do Twitter, ao anunciar a chegada a 100 milhões de usuários ativos, no fim do terceiro trimestre, postou que “para muitos, obter o máximo do Twitter não é só tuitar: 40% de nossos usuários ativos se logam simplesmente para ouvir o que está acontecendo em seu mundo”.

Fonte:oglobo.globo.com/sociedade
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Bandidos monitoram redes sociais para aplicar golpes


 Redes sociais alerta

O delegado do 12° Distrito Policial, Ademar Canabrava, fez um alerta para os internautas que utilizam o Facebook para informar a própria localização. Segundo ele, já foram registrados de 8 a 10 casos de golpes praticados por bandidos que monitoram as redes sociais das vítimas.

"Os criminosos estão cada vez mais estudados e mudam muito de modalidade. Agora eles estão monitorando perfis de Facebook e quando a pessoa posta que vai viajar, eles montam o golpe. Geralmente invadem a conta da vítima e pegam todos os dados possíveis", explicou o delegado.

Canabrava acrescentou que o dispositivo que indica o exato endereço onde a pessoa, inclusive marcando no mapa, está ajuda os bandidos a planejarem o golpe, especialmente quando a vítima faz o "check in" dentro de casa. "Quando você indica o endereço, qualquer um pode ligar para a operadora de telefonia e solicitar o número fixo. Isso facilita muito as coisas para a criminalidade. Os bandidos ligam para esse número fixo, se passam pela vítima e pedem dinheiro, dizem que quebrou o carro durante a viagem e que estão precisando de ajuda. A pessoa deposita o dinheiro e só depois percebe que caiu em um golpe", alertou.




O delegado informou que os bandidos pedem em média R$ 2 mil. "Fingindo serem outra pessoa, alegam que o cartão de crédito não está funcionando e pedem o dinheiro para consertar o carro ou coisas do tipo".

O delegado disse ainda que se trata de uma quadrilha interestadual e que a identificação dos suspeitos torna-se difícil porque esses criminosos abrem contas bancárias com CPF falso. "Quando identificamos uma conta, verificamos que é uma conta fantasma. Eles vivem fazendo isso, utilizando dados falsos para abrir contas bancárias", lamentou.

Jordana Cury
jordanacury@cidadeverde.com
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Atitudes no Facebook em que usuários foram presos

Atitudes no Facebook em que usuários cumpriram prisão

Durante o ano de 2011, diversos usuários tiveram problemas com a Justiça, no trabalho ou com a própria família por causa de suas atitudes no Facebook. A rede social acabou levando a prisões, demissões e até confissões dos usuários.

Um homem de Berkshire, na Grã-Bretanha, foi preso por escrever mensagens em um site de rede social zombando de uma garota que cometeu suicídio.

           Os adolescentes Natasha MacBryde e Jordan Cooper,

            vítimas dos insultos e zombarias de Duffy


Sean Duffy, de 25 anos, foi condenado a 18 semanas na prisão pelo que escreveu sobre a adolescente Natasha MacBryde, de 15 anos, no Facebook e no YouTube.

Segundo a polícia, Duffy também havia escrito mensagens ofensivas sobre adolescentes mortos em Northumberland, Gloucestershire e Staffordshire.

O homem se declarou culpado de 'trollagem', termo usado para descrever o ato de escrever insultos e mensagens ofensivas online anonimamente.

Ele foi descoberto pela polícia através de informações fornecidas pelo seu provedor de internet.

 2013 FOI UM ANO MARCADO POR FENÔMENOS ESTRANHOS
 
ATORES QUE FORAM SUBSTITUÍDOS EM SERIE DE TV
 
Bullying
A adolescente Natasha MacBryde se atirou embaixo de um trem em fevereiro, depois de sofrer bullying.

Depois de sua morte, Sean Duffy postou mensagens anônimas em uma página criada pelo irmão de Natasha, James, para que a família e os amigos da jovem pudessem homenageá-la.

Em uma das mensagens, Duffy a chamou de prostituta. Ele também postou um vídeo no YouTube em que um personagem infantil aparecia com o rosto de Natasha.

O pai da jovem, Andrew, disse em um comunicado lido no tribunal que 'não conseguiu acreditar que alguém poderia descer tanto', depois que seu filho lhe contou sobre as mensagens.

Anti-social
A promotoria também pediu que os juízes considerassem outros casos de ofensas protagonizadas por Duffy para decidir sua sentença.

A corte também ouviu que o britânico tinha problemas com álcool e sofre de Síndrome de Asperger.

Ele também havia postado mensagens ofensivas sobre Lauren Drew, de 14 anos, que foi encontrada morta depois de supostamente ter sofrido um ataque epiléptico; sobre Hayley Bates, de 16 anos, que morreu em um acidente de carro e sobre Jordan Cooper, de 14 anos, que foi morto a facadas na região de Northumberland.

No último dia das Mães, ele escreveu uma mensagem em uma página que homenageava Lauren Drew, que dizia: 'Socorro, mamãe, está quente no inferno'.

Sean Duffy não conhecia nenhum dos adolescentes sobre os quais escreveu.

Ele recebeu uma Ordem de Comportamento Anti-social da justiça (Asbo, na sigla em inglês), que o proíbe de usar sites de rede social por cinco anos.

O pai de Lauren Drew pediu que o Facebook fizesse mais para impedir que o site seja mal utilizado, dizendo que o serviço 'é uma coisa maravilhosa se for usado corretamente'.

O advogado Lance Whitford disse que Duffy foi diagnosticado com síndrome de Asperger ainda jovem. Uma das características da síndrome é a inabilidade de interpretar corretamente reações e emoções alheias.

Ele também disse que Duffy lutava contra problemas com álcool e tinha 'uma vida horrível'

            Jesse Hippolite, preso após publicar fotos no

                                                        Facebook


Um ladrão publicou fotos de seu último assalto no Facebook, mostrando a quantidade de dinheiro roubado, e foi preso pelo FBI, nos Estados Unidos. De acordo com o site "The Smoking Gun", Jesse Hippolite, de 23 anos e que vive em Nova York, já tinha antecedentes criminais.

Após Hippolite, que usa o nome de "Willie Sutton Jr." na rede social, ter assaltado um banco no início de julho, uma testemunha identificou a placa do carro e rastreou o jovem. O carro era de um amigo que foi preso com Hippolite em 2010 que identificou o ladrão. A polícia, em seguida, começou a monitorá-lo nas redes sociais.

No Facebook, foram encontradas fotos de Hippolite com dinheiro e frases como “Crime pays my bills!”, ou, em tradução, "o crime paga as minhas contas". Antes do roubo ao banco no início de julho, ele publicou a mensagem “I Gotta Get That $$$$$ Man!!!!” (preciso pegar aquela grana, em tradução).

Outras fotos mostram Hippolite com mais dinheiro que, segundo o FBI, são notas de US$ 100, e com garrafas de champanhe Moet & Chandon Nectar Imperial Rosé.

Hippolite está preso no Centro de Detenção Metropolitano no bairro do Brooklyn, em Nova York



Borgella, acusado de matar a própria namorada

            em Nova York

Suspeito de matar namorada cita rap sobre assassinato no Facebook
Woody Borgella confessou ter dado tiro que matou Lora Ann Evans em NY.
'Eu sinto o cheiro de assassinato quando o vento sopra', dizia mensagem.

Um suspeito de matar a própria namorada publicou trechos de uma letra de rap sobre assassinato três dias antes do crime, segundo informações da polícia de Nova York.

"Eu sinto o cheiro de assassinato quando o vento sopra", escreveu Woody Borgella, 29 anos, que confessou ter matado a namorada, Lora Ann Evans, 31. O crime ocorreu na segunda-feira (19), no bairro do Brooklyn, e Borgella se entregou à polícia dois dias depois.

Borgella, acusado de assassinato e posse ilegal de arma, deixou a mensagem no Facebook na sexta-feira. A frase é um trecho da letra de "Shot Down", rap gravado por 50 Cent, DMX e Styles P.

De acordo com a polícia, Borgella confessou ter dado um tiro em Lora após uma discussão. Ela reclamava que o segurança desempregado estava a traindo e teria roubado parte de seu estoque pessoal de maconha. A confissão foi gravada em vídeo.

Borgella alega que a namorada teria o ameaçado com uma faca, e que ele pegou a arma para se defender. O revólver teria disparado acidentalmente, segundo Borgella, e atingido Lora no peito.

O suspeito já havia sido preso em outras cinco ocasiões, por posse de drogas, roubo, agressão e furto. Ele também é acusado de violência doméstica em outros três processos.

            A norte-americana Dana Thornton, de 41 anos


Dana Thornton pode pegar até 18 meses de prisão caso seja condenada.
Se passando pelo ex-namorado, ela escreveu que 'bebia o tempo todo'.

A norte-americana Dana Thornton, de 41 anos é julgada em tribunal de Nova Jersey, nos EUA, pela acusação de ter criado um perfil falso do ex-namorado no Facebook e publicar mensagens e comentários comprometeram sua imagem. Nas mensagens publicadas por ela como se fosse o ex-companheiro estava que ele bebia o tempo todo e que era 'um idiota com uma arma na mão'. Ela pode ser acusada de roubo de identidade com pena de 18 meses de prisão.

                O suspeito Trevor Jones           


Trevor Jones, de 34 anos, entrou em sua conta no Facebook de dentro de uma casa em que estava assaltando e teve que deixar o local rapidamente, segundo a polícia informou ao site "CBS Atlanta".

O policial Jake Smith disse à publicação que Jones sentou no sofá com o notebook e decidiu acessar seu Facebook, facilitando o processo de encontrar a identidade do suspeito. Jones responde por acusações ligadas ao roubo.

Uma mulher da cidade de Apopka, na Flórida, agrediu fisicamente seu filho após ver que ele tinha uma página no Facebook com a qual ela não concordava, segundo o site "Orlando Sentinel".

A publicação diz que a polícia afirma que a mãe bateu no filho com um cabo porque “não era para ele estar na rede social”. Em agosto, a mãe foi presa e encara acusações de tratamento abusivo de crianças.


Uma foto de um cachorro pendurado em um varal de roupas se espalhou pela internet depois de ter sido postada por um jovem das Filipinas em sua conta no Facebook. Nesta quarta-feira (15), ativistas dos direitos dos animais mostraram sua indignação contra a imagem.

A foto foi postada, aparentemente, por um jovem filipino em sua conta no Facebook. Inicialmente, o jovem ignorou as advertências dos outros usuários e disse que ele não seria preso por “lavar” o seu cachorro. A imagem mostrava um filhote pendurado por cinco prendedores em um varal de roupas.

Depois de se espalhar pela internet, a foto foi vista por ativistas dos direitos dos animais, como o grupo Peta (Pessoas pelo Tratamento Ético de Animais, da sigla em inglês), que abriu uma investigação.

“Nós esperamos que o Ministério Público das Filipinas tome as medidas necessárias e julgue esse jovem”, disse um oficial do Peta. “Isso não é brincadeira de criança, isso é uma crueldade contra um animal”.

O oficial disse que a organização pediu para a polícia local que ajude a encontrar o jovem que, conforme a sua página no Facebook, mora no sul de Manila. O oficial ainda disse acreditar que a foto não é uma montagem. O jovem por trás da imagem a retirou do Facebook nesta quarta-feira (15) e publicou um pedido de desculpas.

Fonte G1 g1.globo
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Status no Facebook custou US$ 80 mil envolvendo processo

Uma atualização de status no Facebook custou US$ 80 mil (o equivalente a R$ 187 mil) à família Snay. Tudo por conta de um post de revanche feita pela filha do casal, Dana Snay, comentando uma decisão judicial.

Patrick Snay, o pai da garota, havia processado a escola em que trabalhava por ter sido discriminado por conta de sua idade. Depois de julgado o processo, ele ganhou US$ 10 mil em salários atrasados, além de um acordo no valor de US$ 80 mil. Entretanto, uma das cláusulas do acordo previa que ele não poderia comentar sobre o assunto com ninguém.
Tecnicamente, “não comentar com ninguém” inclui também os seus familiares, e é aí que entra na história a filha dele, Dana Snay. Após saber da vitória do pai nos tribunais, ela foi ao Facebook e postou a seguinte atualização de status: “Mamãe e Papai Snay ganharam o caso contra o Gulliver. Gulliver agora está oficialmente pagando por minhas férias na Europa nesse verão. Chupa!”.

A escola agiu rápido ao ver a mensagem e levou o assunto novamente à justiça, que considerou que, de fato, houve uma violação ao acordo pré-estabelecido. Com isso, Patrick Snay perdeu o direito de receber os US$ 80 mil.

Na sentença pode ser lido o seguinte trecho: “Snay violou o acordo fazendo exatamente o que ele prometeu não fazer. Sua filha fez exatamente o que um acordo de confidencialidade foi projetado para evitar”, afirma a sentença. Ao que parece, as férias da família Snay na Europa vão ter que esperar um pouco mais.

Fonte: Ubergizmo

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Facebook monitora as interações dos casais


 Facebook monitora as interações dos casais

O Facebook Data Science, equipe do Facebook cuja função é analisar os dados da rede social de Mark Zuckerberg, publicou vários gráficos sobre casais por conta do Valentine`s Day (o dia dos namorados nos EUA), no dia 14 de fevereiro. Para analisar os dados, eles monitoraram as interações dos casais 100 dias antes e 100 dias depois do início de um relacionamento, conforme mostra a revista Atlantic.Pouco antes de assumir o relacionamento na rede social, o casal troca muito mais mensagens. O pico das interações acontece 12 dias antes do casal trocar o status no Facebook. Já o ponto mais baixo é registrado 85 dias depois do início do namoro. A explicação? O casal interage muito mais em outras mídias (telefone, SMS) e menos na Internet. Além disso, o conteúdo das mensagens fica mais carinhoso.


Também foi analisada a média de idade dos casais. Os homens são 2,4 anos mais velhos do que as namoradas. Em 67% dos relacionamentos, o homem é mais velho e em 20%, ela é a mais velha. Só em 13% dos namoros o par tem a mesma idade. Nos primeiros 6 meses, há quase 50% de chance do namoro terminar, mas se o namoro passa dos 24 meses, a chance de término é de menos de 20%.






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As verdades do facebook

A verdade do Facebook - Assustador!

Infelizmente as coisas boas que uns fazem, outros aproveitam para fazer o mal.
Esta semana na televisão houve reportagem todos os dias com Joaquín  López Dóriga (jornalista mexicano) sobre o Facebook, o Hi5, Myspace, Sonico, Netlog, etc , e o perigo do seu uso. Vem uma reportagem diária no jornal MILENIO, sobre como os sequestradores têm como fonte de informação directa e confiável nos blogs do Facebook e do Hi5.
Entrevistaram uns sequestradores que dizem que entram na rede e vêm os rostos,  a casa, os carros, as fotos de viagem e sabem o nível social e económico que têm os utilizadores. Na televisão, um deles declarou que antes investigavam muito para conhecer os candidatos a sequestros, mas que agora com o Facebook e a informação que pomos voluntariamente na rede, já não se enganam e nem têm que investigar onde vivem, que escola frequentam, para onde viajam, quem são os país, irmãos e amigos.
Passou-se com Alejandro Marti, (jovem mexicano morto pelos seus sequestradores) que colocava tudo.  A familia acaba de fechar o seu blog depois de dar conta da quantidade de informação potencialmente perigosa que o jovem colocou com alegría e sem suspeitar que estava a ajudar a quem o matou.  Protejam os vossos filhos e protejam-se. Nao coloquem informação íntima e pessoal na rede.

 A VERDADE SOBRE O 'FACEBOOK'

O Facebook está  a vender a  informação dos seus usuários ao maior expião.
Cito textualmente: 'O que muitos usuários não sabem é que, de acordo com as condições do contrato que virtualmente assumem, ao fazer click no quadro "aceito", os usuários autorizam  e consentem ao Facebook  a propriedade exclusiva e perpetua de toda la informação e imagens que publicam.'
Assim, ressalta o perito, os membros 'automaticamente autorizam ao Facebook o uso vitalício e transferível,  junto com os direitos de distribuição , de tudo o que colocam na sua página Web.' Os termos de uso  reserva ao Facebook o direito a conceder e sub-licenciar todo o "Conteúdo do usuário" a outros propósitos. Sem o seu consentimento, muitos usuários convertem as suas fotografías em publicidade, tranformando um comércio privado num pertence público.

De repente tudo o que os seus membros publicaram, incluindo as suas fotografías pessoais, a sua tendencia política , o estado das suas relações afectivas, interesses individuais e até a morada de casa , foi enviado sem autorização expressa a milhares de usuários.

Há que acreditar em Mr. Melber quando assegura que muitos empregadores americanos ao avaliar os C.V., consultam o Facebook para conhecer intimidades dos candidatos. A  prova de que uma página no Facebook não é privada, evidenciou-se num conhecido caso da  Universidade John Brown que expulsou um estudante quando descobriu uma foto que colocou no Facebook vestido de travesti.  Outra evidência aconteceu quando um agente do Serviço Secreto visitou na Universidade de Oklahoma o estudante do segundo ano Saúl Martínez, por um comentário que publicou contra o presidente.  E para cúmulo, o assunto não termina quando os usuários cancelem a sua conta : as suas fotos e informação permanecem, segundo o Facebook, para o caso de quererem reactivar a sua conta ; o usuário não é retirado, inclusivé, quando morre. De acordo com as 'condições de uso,' os membros não podem obrigar  que o Facebook  retire os dados e imagens dos seus dados,  já que quando o falecido aceitou o contrato virtual,  concedeu ao Facebook o direito de mantê-lo activo sob um status especial de partilha por um período de tempo determinado para permitir que outros usuários possam publicar e observar comentários sobre o defunto.

Saibam os usuários do Facebook que são participantes indefesos de um cenário que os académicos qualificam como o caso de espionagem maior na história da humanidade.  Convertem-se de forma inconsciente nos percursores no fenómeno de 'Big Brother'.  Alusão directa à intromissão abusiva do estado nos assuntos privados do cidadão comum para controlar o seu comportamento social,  tema de uma novela profundamente premonitória escrita en 1932  pelo britânico Aldous Huxley:  "Um Mundo Feliz"  ( "1984" ) .

Fonte:/site caixademisterios
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Curiosidades sobre o facebook



Curiosidades do facebook                

Após meses de especulação, o Facebook tornou-se público e lançou suas ações na Bolsa de Valores Nasdaq, em Nova York, nos Estados Unidos.
A companhia, cujo valor de mercado estimado é de 104 bilhões de dólares, foi criada em um dormitório na Universidade Harvard, em Massachusetts, e se tornou a maior rede social do mundo. A seguir veja 15 fatos curiosos que a fizeram chegar aonde chegou – ou a impediram de ir mais longe.



Os usuários do Facebook compartilham mais de 250 milhões de fotos por dia no portal. Sean Parker, co-fundador do Napster e um dos primeiros a investir na rede social, foi quem convenceu Mark Zuckerberg a adicionar o recurso, um dos mais populares da plataforma. A princípio, Zuckerberg era contra.
    Todo mundo sabe que o Facebook coleta uma quantidade incalculável de dados de seus 900 milhões de membros. Para guardar isso, porém, haja armazenamento. Ano passado, só com fotos e vídeos, foram 100 petabytes – 1 petabyte equivale a 1024 terabytes – que ocupam duas vezes mais espaço do que todos os textos já escritos pelo homem, considerando todos os idiomas.
    Você sabe quem aceitou sua amizade? A maioria, certamente. Estatísticas apontam que 80% dos pedidos são aceitos.
    Um usuário que acessa o Facebook muitas vezes ao dia é 43 vezes mais propenso a acreditar nas pessoas do que outros internautas, e três vezes mais em relação a pessoas que sequer conectam à Internet.
    Em 2011 a rede social arrecadou 3,7 bilhões de dólares, dos quais 1 bilhão virou lucro. No ano anterior, o saldo ficara em 606 milhões.
A participação de 28% que Zuckerberg possui em sua empresa equivale a pouco mais de 29 bilhões dólares.

Em 2011 Zuckerberg ganhou 1,5 milhão de dólares como compensação e 500 mil de salário. Este ano, porém, ele reduziu seu rendimento fixo para apenas um dólar – assim como Steve Jobs fizera em 2010.
    Quase metade do dinheiro obtido como compensação, 700 mil dólares, foi usada por Zuckerberg para alugar aviões fretados, como parte de um “abrangente programa de segurança”.
    Quem deve ficar bastante satisfeito com o IPO são os engenheiros e desenvolvedores que mantêm o Facebook funcionando. Eles dividirão entre si uma fatia de 30% sobre o valor total da negociação. Como esta deverá ficar em 104 bilhões de dólares, o montante a ser repartido será de 31 bilhões.
    Na comparação com outros internautas, os usuários que acessam redes sociais diversas vezes ao dia são duas vezes e meia mais propensos a participar de uma campanha política, tem 57% mais chances de persuadir alguém sobre algum voto e 47% de divulgar o seu.
    No documento enviado para IPO, Zuckerberg aparece como criador ou co-criador de ao menos setes patentes. A empresa, porém, sabe que não inventou tudo que usa: ano passado gastou 51 milhões com patentes, mais do que os 33 milhões de 2010.
    Dois graus de distância (amigos de amigos) separam um usuário do Facebook de, em média, outros 156 mil membros.
    Quase 60% dos usuários de redes sociais restringem o acesso a seus perfis, mas as mulheres tendem a agir mais desta maneira.
    As mulheres, porém, são bem mais comunicativas. Elas costumam compartilhar conteúdo no Facebook 21 vezes por mês, número que cai para seis no caso dos homens.
    A companhia de Zuckerberg gastou 388 milhões de dólares com pesquisa e desenvolvimento ano passado. Mias que o dobro em relação a 2010 (87 milhões) e quase cinco vezes mais na comparação com 2009 (87 milhões).

Fonte:pcworld.com.b
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